Gartner: Comece com as pessoas, depois insira as máquinas

IMG_9167Muito além das previsões e dados de negócios que a Consultoria Gartner sempre fornece aos executivos e que norteiam as decisões de muitas empresas, Claudio Chauke, Diretor dos Programas Executivos do Gartner para a América Latina, trouxe para o Seminário Executivo SUCESU-RS temas como a relação sociedade e máquina e a ética nos negócios.

Com o tema Computação Positiva & Humanismo Digital, Chauke falou em colocar as pessoas no centro, observá-las sem invadir seu espaço, sempre com o intuito de colher melhores resultados da relação homem/máquina. “As pessoas querem ser reconhecidas por aquilo que elas são e respeitadas pela sua identidade. A TI sozinha não resolve isso. Primeiro pense nas pessoas, depois nas máquinas. Hoje a gente faz diferente e isso precisa ser repensado. E dai surge o debate ético”, afirmou.

Ele apresentou o conceito do Manifesto Humanístico, que está intimamente ligado a computação positiva, pois foca nas pessoas ao falar em como usar as máquinas para ser ágil, respeitando o indivíduo e seu espaço. Mas como dar espaço para as pessoas? Segundo o diretor a base de tudo é a ética. “A máquina vai monitorar para melhorar desempenho ou para controlar? Ao invés de eu te controlar eu te dou autonomia para o que é necessário. Ao invés de invadir o espaço do outro, observe”, explanou.  Para o Gartner, em termos de negócios três perguntas são importantes: Como eu faço isso? É viável comercialmente? É de interesse da sociedade? A partir disso e com o centro nas pessoas, pode-se ter negócios mais autônomos, fortes e com ética.