GUDay: Trilha Gestão abordou integração de negócios e tecnologia

A Trilha Gestão do GUDay 2017 recebeu palestras de quatro grupos de usuários da SUCESU-RS para debater como a tecnologia pode esta mais alinhada aos negócios gerando amis produtividade.

A programação iniciou com a palestra “Negócios Baseados em Tecnologia”, ministrada por Marcos Migliavacca, da BModal Innovative.  Na conversa, oferecida pelo GUAN, destacou alguns aspectos importantes que mudaram no mundo dos negócios após os avanços tecnológicos. “A maioria das empresas de livros, músicas, filmes, jogos e lazer são empresas de softwares”, explicou Marcos usando exemplos como Amazon e Netflix. Ele destacou que o software está dominando o mundo dos negócios, e não somente oferecendo tecnologia.

Na sequência foi a vez de Vladimir Bidniuk, coordenador do GUGRC, apresentar a palestra “Programa de Integridade Corporativa, Tecnologias Específicas e Adjacentes como fator de Competitividade”. Vladimir contextualizou os problemas vividos no país, muito por conta da corrupção e como ela impacta diretamente nas finanças e nos negócios. A partir desta leitura, apresentou como funciona um programa de integridade e compliance, para que as empresas superem tais dificuldades sistêmicas do Brasil.

Após ocorreu a palestra “Como o trabalho colaborativo traz ganhos de produtividade”, apresentada por Alexandre Moretto Ribeiro e oferecida pelo GUGC&I. “O conhecimento é a base para as nossas atividades”, iniciou Moretto antes caracterizar a sociedade contemporânea em alguns aspectos, como sendo a sociedade da informação e do conhecimento, globalizada, em rede e complexa. “Temos acesso às pessoas de áreas diferentes, onde eu preciso entender um pouco da área dela e, ela, entender um pouco da minha. Precisamos conversar”, explicou.

Mauro Sotille apresentou a palestra “O PMO que Entrega Valor para a Organização”, oferecida pelo GUGP. Após apresentar alguns dados voltados para as experiências de implantação, Sotille conversou sobre como a solução consegue falar a mesma linguagem dos clientes, e como isso oferece resultados e benefícios para as organizações. “Os próprios clientes devem saber o que precisam, e é necessário fazer o que as partes interessadas na organização querem”, explicou.