Perfil: Paulo Rocha traz experiência de 20 anos no setor de BI

Há 20 anos trabalhando como empresário no setor de TI no Rio Grande do Sul, Paulo Ricardo Rocha é o coordenador do Grupo de Usuários de Business Inteligence e sócio da Business Tech. Em sua carreira, Rocha já foi Diretor da SUCESU-RS na década de 80 e Diretor do SEPRORGS por oito anos. Em sua carreira, sempre atuou voltado para o usuário final, o que explica seu interesse pela área de BI.

Como se interessou e porque gosta da área de Business Intelligence?
Paulo – Quando ainda atuava como técnico, em empresas como Grupo Olvebra, Grupo Gerdau, Azaléia entre outros, sempre atendi usuário final com suas planilhas eletrônicas, portanto sempre fui interessado pelas áreas de Gestão. Também ao longo da minha carreira desenvolvi um ERP completo em outra empresa que fui sócio, a Domínio. Nesta empresa aconteceu minha primeira experiência com BI, no final dos anos 90, com a parceria que fizemos com a empresa Canadense COGNOS, que depois foi adquirida mais tarde pela IBM.

Quais comportamentos e competências deve ter um profissional que atua com BI na sua avaliação?
Paulo – Principalmente, entender o que o usuário ou cliente está querendo acompanhar com uma ferramenta deste tipo. Muitas vezes este mesmo usuário não sabe o que é administrar seus negócios através de indicadores, porque somente com os indicadores estabelecidos ele conseguirá tirar de uma ferramenta de BI seus melhores resultados. Todas as ferramentas de BI alcançam seus objetivos, porém, este profissional tem que ter a visão do negócio do cliente, alinhado com o que existe de melhor em BI para aquela demanda, olhando sempre para o custo e beneficio de cada projeto.

O que o motiva a fazer o trabalho voluntario de ser coordenador de GU?
Paulo – Já exerço o voluntariado a muitos anos, tanto na Sucesu-RS, onde em minha primeira oportunidade fui Diretor de Grupo de Usuários na década de 80, quando organizamos duas edições da antiga INFOSUL (Feira de Informática) dentro de um Shopping Center, algo histórico na época. Também passando pela experiência de oito anos dentro do SEPRORGS. Até este momento que estou vivendo a frente da Coordenação do GUBI, para mim é uma grande satisfação poder colaborar com as experiências que tive no passado em TI através do voluntariado por estas entidades de classe que passei.

Quais as ações do GUBI em 2017?
Paulo – Nosso objetivo com GUBI ao longo de 2017 será estabelecer um canal mais amplo, não só com a sociedade de TI no RS, mas também com a Administração, Economia e Contábeis, mostrando a importância das ferramentas de tecnologias de BI para ajudarem as empresas a tomarem decisões certas dentro de suas organizações de uma forma assertiva e rápida, como o mercado exige.